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O edificio pretende agir como um elemento na paisagem, uma cobertura se dobrando em rampas e escadas, um link de conexão entre a cidade, seus habitantes e a área de Slussen. O conceito do edifício está intimamente ligado com questões de sustentabilidade: coletividade e acessibilidade de um serviço público, gerando espaços para a cidade, e não apenas tomando sua infra-estrutura. Planta compacta, correta orientação solar, luz e ventilação naturais e alto isolamento térmico proporcionam os aspectos ambientais da sustentabilidade, enquanto a conexão com a rocha permite aos usuários se reconectarem com a natureza, física e mentalmente, criando novas possibilidades de atividades e usos. Em sua fachada para a praça, seu principal elemento é a rampa/escada, transformando a cidade em seu palco. A fachada leste tem uma presença emblemática, em sua materialidade e na maneira em que transforma a luz e sombra, fundindo interior e exterior. O elemento em balanço permite em sua planta livre uma multiplicidade de usos, enquanto se torna um interessante evento per se, com grandes visuais da área para seus visitantes. Mais que um edifício, esta paisagem se dobra numa tentativa de reconexão.